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Pentakill

Grasp of the UndyingGrasp of the Undying

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Vídeo

Grasp of the Undying

Álbum

Grasp of the Undying

Letra

  • Faixa 01

    The Cull

    Dilacere-os, um por um
    Não se ouve mais nenhum som
    Não tema se a morte o encontrar, neste dia

    Você está comigo?
    Vamos saborear a dor
    Consegue ouvir o som distante
    Chamando o seu nome?

    Com o tempo, todos nós seremos esquecidos
    Aqueles que não pertencem às páginas da história

    Mas, como meus antepassados, eu tomo o mar aberto
    E, como antigamente, eu sigo e não peço mais nada
    Passadas, há muito tempo, as histórias de antigamente

    Desta vez, eu não serei esquecido
    Eu não serei arrastado com os fracos e o inimigo

    Mas, como meus antepassados, eu tomo o mar aberto
    E, como antigamente, eu sigo e não peço mais nada
    Passadas, há muito tempo, as histórias de antigamente
    Que não recorreremos mais
  • Faixa 02

    Mortal Reminder

    Cego pelo ódio trazido pela queda
    Eu juro morte a todos
    Você vai sentir minha vingança
    Quando eu reivindicar sua alma mortal

    Eu irei punir e destruir
    Aqueles responsáveis por esse estratagema
    Buscarei mil mortes
    Trarei mil anos de guerra

    Tudo que foi tirado de mim
    Minha casa destruída, meus entes queridos mortos
    Cada sono exige um pedaço de mim
    Cada momento desperto, cada sonho

    Conforme as massas chegavam
    Como uma sombra sobre esta terra
    Eles cercavam tudo que nós tínhamos
    Eu continuei forte, agarrado à minha honra
    Eu continuo desafiante, agarrado ao meu orgulho
    Eu sou o escolhido
    Eu sou o guardião, o guardião

    Agora eu busco o sangue daqueles
    Que mataram os inocentes
    Irei caçar o inimigo até o fim
    Irei banir e regozijar
    O último suspiro de meus adversários
    Vocês verão o que fizeram
    Vocês verão o que eu, finalmente, me tornei

    Tudo o que eu arruinei
    Meu espírito está destruído e apenas restam as memórias
    Porque cada dia leva um pedaço de mim
    Cada hora acordado leva minha paz interior
    Minha paz interior

    Conforme as massas chegavam
    Como uma sombra sobre esta terra
    Eles cercavam tudo que nós tínhamos
    Eu continuei forte, agarrado à minha honra
    Eu continuo desafiante, agarrado ao meu orgulho
    Eu sou o escolhido
    Eu sou o guardião, o guardião
  • Faixa 03

    Tear of the Goddess

    O terror desconhecido
    Que estava sozinho
    Desapareceu dos dias dos sóis jovens
    Através de mundos de crenças perdidas
    Devastado e enterrado

    Invocado apenas para cair
    Mas não há medo
    Que viva dentro desta alma

    Dentro deste mundo
    Não há mais chance de nos perdoar
    Desfeito, libertador
    O imoral e os salvadores da inocência

    Por isso
    Guardiões de antigamente
    Mantenha-nos aquecidos
    Permita-nos lutar mais uma vez
    Até nossa honra ser restaurada

    O terror desconhecido
    Que vive abaixo
    Respira as chamas dos sóis moribundos
    E vive para despertar os mortos
    Os mortos

    Os mortos
    (Os mortos)
    (Os mortos)

    Dentro deste mundo
    Não há mais chance de nos perdoar
    Desfeito, libertador
    O imoral e os salvadores da inocência

    Por isso
    Guardiões de antigamente
    Mantenha-nos aquecidos
    Permita-nos lutar mais uma vez
    Até nossa honra ser restaurada
  • Faixa 04

    Infinity Edge

    Além das terras dos sonhos
    Ouço o chamado da riquezas
    Dizem que as águas abençoaram o não natural
    Concedendo o poder dos deuses aos homens

    Sob o distante sol está a minha vocação
    Eu ando pelas terras
    Que a morte não pode conquistar
    E, pelos mundos impiedosos,
    A batalha está à espera
    Procurando o caminho
    Que me guia até o poder do gume
    Do gume

    Estou vivendo e morrendo milhares de vidas
    E eu sofri desta vez
    O gume não se importa, então por que eu deveria?
    Porque eu respiro o ar dos imortais
    E eu serei o verdadeiro invencível
    O gume é o meu destino

    Eu cambaleio muito longe de casa
    Eu vi a morte de meus amigos
    O fim da linha se aproximando
    Eu terei a minha vitória

    Não deixarei de ser
    Você nunca irá me deter
    Não desistirei deste sonho
    Você nunca poderá me deter

    Procurando o caminho
    Que me guia até o poder do gume

    Estou vivendo e morrendo milhares de vidas
    E eu sofri desta vez
    O gume não se importa, então por que eu deveria?
    Porque eu respiro o ar dos imortais
    E eu serei o verdadeiro invencível
    O gume é o meu destino

    Estou vivendo e morrendo milhares de vidas
    E eu sofri desta vez
    O gume não se importa, então por que eu deveria?
    Porque eu respiro o ar dos imortais
    E eu serei o verdadeiro invencível
    O gume é o meu destino

    Meu destino
    Meu destino
    Meu destino
    Meu destino
  • Faixa 05

    Dead Man’s Plate

    Há alguma razão, nesta vida,
    Para chamarmos de nossas
    Tantas visões erradas
    E desilusões?
    E, na nossa supérflua busca da verdade,
    Nos perdemos

    Que as tempestades se formem
    Que as cinzas voem
    Aqueles que morrerão ainda se lembrarão

    Você foi bem fundo e pagou o preço
    (O que você achou que encontraria?)
    Responda ao sussurro sombrio
    E você massacrará este mundo
    Massacrará o nosso mundo

    Quando os muros caíram
    Nos deixaram abandonados aqui
    Não há alma dentro de nós
    Somos apenas carne e ossos
    A vagar pelas terras mortas eternamente

    Algum dia teremos a chance

    Algum dia teremos a chance
    De mostrar a eles?
    Tantos esquecidos e continuamos a viver
    Na cidade que um dia foi atemporal

    Você foi bem fundo e pagou o preço
    (O que você achou que encontraria?)
    Responda ao sussurro sombrio
    E você massacrará este mundo
    Massacrará o nosso mundo

    Você massacrará este mundo
  • Faixa 06

    The Hex Core mk‑2

    Isso é tudo que você tem a dizer?
    Porque isto não é outro jogo
    Não um que você queira jogar
    Passo, a passo, a passo
    Uma marcha fúnebre até sua cova

    Isso é tudo que você tem a dizer?
    Porque isto não é outro jogo
    Não um que você queira jogar
    Passo, a passo, a passo
    Uma marcha fúnebre até sua cova

    Não restou ninguém para você colocar a culpa
    Uma solitária dança dolorosa da guerra
    Passo, a passo, a passo
    Uma marcha fúnebre até sua cova

    Isso é tudo que você tem a dizer?
    Isso é tudo que você tem a dizer?

    Passo, a passo, a passo
    Uma marcha fúnebre até sua cova
  • Faixa 07

    The Bloodthirster

    Humilhe os fracos
    Aqueles que nos enganaram
    Aqueles que nos deixariam queimar
    Mentirosos e trapaceiros
    Frágeis e fracos
    Outro dia virá

    Rastejando de joelhos até o fim
    Deixarei você fingir que passou seus últimos dias
    Dizendo para eu desaparecer
    Não é tão fácil assim se livrar de mim

    Enquanto você caía sobre eles
    Você carregava suas memórias de dor eterna
    Como fragmentos do seu fim
    Um por um
    Você os estraçalhou, os estraçalhou
    Estraçalhe

    Estraçalhe, estraçalhe seus demônios mais profundos
    Uma sombra há muito tempo instilada

    Humilhe os fracos
    Aqueles que nos enganaram
    Aqueles que nos deixariam queimar
    Mentirosos e trapaceiros
    Frágeis e fracos
    Outro dia virá

    Uma tormenta tão facilmente dispensada
    Você tentou tirar nossa determinação, mas falhou
    Chamando a chama serpentina
    Até sermos apenas pó e restos

    Enquanto você caía sobre eles
    Você carregava suas memórias de dor eterna
    Como fragmentos do seu fim
    Um por um
    Você os estraçalhou, os estraçalhou
    Estraçalhe

    Humilhe os fracos
    Aqueles que nos enganaram
    Aqueles que nos deixariam queimar
    Mentirosos e trapaceiros
    Frágeis e fracos
    Outro dia virá

    Humilhe os fracos
    Aqueles que nos abandonariam
    Aqueles que nos deixariam queimar
    Mentirosos e trapaceiros
    Frágeis e fracos
    Eu os vejo
    Outro dia
    Outro dia
    Outro dia virá
  • Faixa 08

    Frozen Heart

    Aqui, no topo do mundo,
    Aqui, no topo do mundo,

    Procuramos há muito tempo ascender deste lugar
    Uma vida de servidão aos agouros
    Os antigos nos prometeram há muito tempo
    Com o mal banido para o deserto
    As mãos dos escolhidos se estenderão para nós

    No topo deste mundo
    Vozes distantes chamam para a batalha final
    Nós responderemos com a vitória

    Há muito tempo lutamos por estas terras
    Nas sombras e histórias da luz prometida
    E agora levaremos nosso domínio além

    Aqui, no topo do mundo,
    Aqui, no topo do mundo,
    Onde fomos jurados a não proteger mais
    Aqui, no topo do mundo,

    Lutamos há muito tempo para proteger este lugar
    Esses sonhos assombrados nunca acabam
    Abraçando-se nas promessas de uma nova vida

    No topo deste mundo
    Vozes distantes chamam para a batalha final
    Nós responderemos com a vitória

    Há muito tempo lutamos por estas terras
    Nas sombras e histórias da luz prometida
    E agora levaremos nosso domínio além

    Aqui, no topo do mundo
    No berço das tempestades
    Onde os ventos da vingança cortam até os ossos
    E não há volta

    (Aqui, no topo do mundo)
    (Aqui, no topo do mundo)
    (Aqui, no topo do mundo)

    Aqui, no topo do mundo,
    Aqui, no topo do mundo,
    Onde fomos jurados a não proteger mais
    Aqui, no topo do mundo,
  • Faixa 09

    Rapid Firecannon

    Um lugar esquecido dentro da torre solitária
    Derrube-a com um rugido metálico
    A guerra eterna, eu ataco contra o inatacável
    Uma segunda liberação não assombrada pelo meu passado

    Embaixo do pântano
    Convocando a noite
    Enterrou profundamente uma arma forjada a fogo
    Pais e filhos, seus parentes assassinados
    (Enquanto o mal é renovado)

    Acenda
    A noite com chamas e brasas
    Porque eu estou renovado
    (Queime até cinzas)
    (Sinta a força e veja queimar)

    Acenda
    Pego no fogo cruzado, extraordinário poder de fogo
    (Agora volte para o inferno)
    (Em uma tempestade de fogo)

    Abaixo o antigo
    Que venha a nova ordem mundial
    Morrer ou obedecer, a escolha é sua
    Não detectado, na teia da aranha
    Desmantelando-a lentamente, pedaço a pedaço

    Encontro uma sombra para me esconder e espero
    Trapaceiros e feiticeiros, cuidado
    Com esta chama, eu abati os fracos
    Deixei minha nação forte novamente
    Bem, agora todos estão mortos
    Todos estão mortos

    Com esta lâmina
    Eu chamo os fracos
    Deixarei minha nação forte novamente

    Embaixo do pântano
    Convocando a noite
    Enterrou profundamente uma arma forjada a fogo
    Pais e filhos, seus parentes assassinados
    (Enquanto o mal é renovado)

    Acenda
    A noite com chamas e brasas
    Porque eu estou renovado
    (Queime até cinzas)
    (Sinta a força e veja queimar)

    Acenda
    Pego no fogo cruzado
    Extraordinário poder de fogo
    (Agora volte para o inferno)
    (Em uma tempestade de fogo)
  • Faixa 10

    Blade of the Ruined King

    Instrumental
  • Notas da Produção

    Alex "Scherzo" Temple

    Produtor em “Blade of the Ruined King” e orquestração em “Mortal Reminder”

    Bob "robesman" DeBelina

    Coordenador de produção

    Christian "Praeco" Linke

    Produtor executivo, Engenheiro

    Danny Lohner, também conhecido como Renholdër

    Produção, mixagem e vocal em "The Hex Core mk-2"

    Dzijan Emin

    Orquestração em “Blade of the Ruined King”

    Eugene "kyugene" Kang

    Baixo

    Jason "chupacobbler" Willey, também conhecido como ProtoShredanoid

    Guitarra solo

    Joe "Keytar Dragon" Atlan

    Teclado, piano

    Jørn Lande

    Vocal em "Cull”, "Mortal Reminder”, "The Bloodthirster”, "Dead Man’s Plate" e "Frozen Heart"

    Orquestra Sinfônica Macedônica e Coral F.A.M.E.’S.

    Orquestra e coral em "Blade of the Ruined King" e cordas em "Mortal Reminder"

    Mike “PitmanDrums” Pitman

    Produtor, bateria, guitarra base, guitarra solo, violão acústico e sintetizador

    Noora Louhimo

    Vocal em "Tear of the Goddess" e "Frozen Heart"

    Per Johansson

    Vocal em "Infinity Edge" e "Rapid Firecannon"

    Richard “RickyTee” Thomson

    Bateria, guitarra base, violão acústico, guitarra solo e sintetizador

    Scott Kirkland

    Produção e mixagem em "The Hex Core mk-2", sintetizador em “The Bloodthirster”

    Smiley Sean

    Gravação da bateria e engenharia

    Tommy Lee

    Bateria em "The Hex Core mk-2"

    Viranda "Viranimal" Tantula

    Diretor criativo, Produtor

    Todas as músicas e letras foram escritas pela Pentakill.
    Engendrado e produzido pela Riot Games em Los Angeles, CA e Londres, UK.
    Mixado e masterizado por Jacob Hansen.

A Banda

Você semeou. E agora colherá.

EpílogoEpílogo

Quando o céu no norte de Freljorn escurece e os guerreiros se reúnem ao redor da fogueira, eles conversam sobre uma mortal no gelo, onde um grande ódio foi liberado. Fala-se baixo para compartilhar esse conto, quase em um sussurro. Dizem que isso não passa de uma lenda inventada para assustar os jovens, outros falam que, só de mencionar a história, é um convite para que os guerreiros do metal voltem dos reinos além dos mortais. Ninguém sobreviveu para contar dessa noite escura mas, às vezes, um contador de histórias fala sobre um louco empunhando um machado que saiu acabando com várias vidas. Dizem que nem seus irmãos conseguiram conter sua fúria. Precisou que uma montanha fosse derrubada no gigante do metal para que seu ódio fosse cessado.

E foi assim que o último show do Pentakill terminou.

No sul do céuNo sul do céu

As histórias sobre a chegada de Kayle em Runeterra possuem dois desfechos - uns dizem que ela nasceu de um cometa que rasgou o céu, outros dizem que ela veio montada em um dragão brilhante. Essas são apenas duas das muitas lendas que contam como Kayle chegou ao mundo dos mortais. Vestindo uma armadura pontuda, ela era uma guerreira em um mundo destruído à procura por aliados para lutar uma guerra épica contra as hordas diabólicas de sua irmã infiel. O planeta Terra falhou em produzir guerreiros de caráter, então ela viajou para Runeterra em busca de guerreiros de metal.

O discurso divino de Kayle era tão único que ela só conseguia se comunicar através de grandes óperas de metal sinfônico que contavam sua situação difícil. A dor profunda presente nessas árias perfuraram o coração de todos aqueles que a escutavam, e seus ouvintes eram acometidos por uma melancolia tão grande que acabavam caindo mortos ao final da sua apresentação. Como suas músicas costumavam durar algumas horas, eles tinham tempo para lidar com os sentimentos antes que fossem levados pela morte. Ainda que todas as suas letras possuíssem emoções capazes de dilacerar um coração, ninguém do seu público conseguia entender de verdade quão profundo era o seu pesar, ninguém conseguia ouvir o sofrimento da sua existência sem morrer imediatamente.

Ninguém exceto Karthus.

Embaixo dos escombrosEmbaixo dos escombros

Após um fim desastroso do seu último show, em que Mordekaiser destruiu completamente o público Freljordano que o assistia. Karthus ordenou que Olaf tocasse o “Ritmo Cortamundos”, que dividiu o chão e enterrou Mordekaiser embaixo do pico mais alto do reino de gelo. À medida que a montanha ruía, a banda fugiu para cantos distantes de Runeterra para fugir da fúria de rainhas de batalha Freljordanas e de diversas brigas de sangue.

Karthus chegou nas Águas de Sentina, onde ganhou seu cascalho como recitador encapuzado de cantos fúnebres. Isso ocasionou um benefício inesperado à saúde dos nativos das Águas de Sentina, pois as pessoas começaram a se cuidar para não precisar fazer suas famílias passarem por esse suplício. Então, Karthus fez sua turnê por botecos sujos para cantar em velórios regados à bebida de piratas assassinados, sendo o canto fúnebre muito melhor que as canções dos marinheiros. Seu caminho parecia trilhar pela loucura e obscuridade até que a forma radiante de Kayle chegou nas Águas de Sentina.

Ela ouviu o profundo sofrimento presente em suas letras e percebeu que apenas Karthus poderia entender sua dor. Esse encontro foi seguido por uma noite de libertinagem, poesia gótica e sons operáticos que fizeram homens e mulheres das Docas da Matança preferirem se jogar em um oceano cheio de monstros do que ouvir o dueto choroso. Depois disso, Karthus e Kayle prometeram seguir o Juramento do Vocalista e voltar mais fortes do que nunca. Afinal, o sofrimento só é real quando é compartilhado.

Seria a turnê de reunião para acabar com todas as turnês de reunião.

Entre os vivosEntre os vivos

Após a sangrenta carnificina que ocorreu em Freljord, Yorick pegou sua figura corcunda e encapuzada e não parou até que chegasse na ensolarada Shurima. A luz do sol era algo novo para ele, algo que ele normalmente evitava por medo das pessoas rechaçarem um rosto que nem mesmo uma mãe amaria. Ele ajudou a escavar tumbas de imperadores mortos há muito tempo, e isso permitiu que Yorick passasse muito tempo no subterrâneo escuro, algo que seus colegas escavadores teriam gostado muito.

Seu baixo único era a ferramenta perfeita para esmagar a rocha macia de Shurima, mas frequentemente causava o efeito colateral de liquefazer a areia a um grau em que muitos dos trabalhadores escavando tumbas eram enterrados vivos. A muitas dessas almas enterradas, era preferível isso a aguentar outro momento na conversa de um homem que podia, literalmente, perfurar rochas. Após precisar sair à força de locais de escavamento em Shurima e passar meses no subterrâneo na companhia de príncipes mortos, Yorick decidiu que ele também queria ser enterrado nas areias.

Ele cavou até o leito da rocha para criar seu mausoléu sombrio, e lá ele se colocou, em uma tumba escura, disposto a passar a eternidade no isolamento esplêndido. Yorick dormiu embaixo do deserto até que Karthus e Kayle abriram à força sua tumba. Os dois vocalistas iludiram Yorick, fazendo-o acreditar que a eternidade tinha passado e que todos aqueles que o queriam morto já tinham morrido.

Eles disseram que o reino dos mortais estava, novamente, pronto para a Pentakill.

Que se faça o rockQue se faça o rock

A tumba de Mordekaiser sob a montanha de Freljord inspirou sona, e enquanto os outros membros da banda se dividiram nos quatro cantos de Runeterra em desespero, ela foi consumida pelo desejo de criar óperas sinfônicas e excepcionais. Ela passou pelos maiores templos do mundo (e além), mas nenhuma acústica foi poderosa o suficiente para atender à necessidade pelos sons mais cosmicamente resoantes de Sona. Os grandes templos glaciais de Freljord lhes foram negados, então Sona embarcou com a tripulação amaldiçoada do Banquete da Serpeten em uma série de ilhas vulcânicas nas águas inexploradas de Águas de Sentina.

A finada tripulação partiu rapidamente enquanto Sona preparava seu teclado e começava a esculpir a ilha com brutalidade sônica. Ela tocou as notas da criação e tirou ilhas vulcânicas das profundezas, enquanto elas despejavam lava para formar gargantuais tubos de órgão para amplificar a música de Sona. Suas notas eram tão poderosas que viajaram entre mundos e afundaram continentes inteiros (um show marcado em Atlântida precisou ser cancelado). Cercada por poderosos vulcões, Sona incendiou os céus com fogo do inferno, trazido das entranhas do planeta. Ainda assim, por mais incrível que fosse, sua música precisava de ainda mais. Ainda faltava o choro demoníaco de guitarras sobrenaturais, e das trovoadas meteóricas de bateria e baixo.

E foi aí que a balsa carregando Karthus, Yorick e Kayle aportou no círculo de fogo de Sona.

DestruidorDestruidor

Apesar de ir contra todos os instintos que ele possuía, Olaf não morreu sob a montanha com Mordekaiser. Com Yorick tendo partido para o sul, o parceiro de bar favorito de Olaf se foi. Então, para lamentar pela sobrevivência do que ele acreditava ser sua performance final, Olaf tentou beber até a morte a birita mais letal de Runeterra. Ele encontrou um cara chamado Gragas, e acabou nas profundezas de Zaun, bebendo potentes coquetéis do sumidouro, se gabando dos dias gloriosos e desafiando bandidos químicos a enfrentá-lo.

Ele imediatamente encontrou maneiras de ganhar a vida como um brigador, e logo se encontrou enredado em clubes de luta clandestinos. Desafiando golems movidos a químicos, Olaf descobriu que seu talento natural para esmurrar a bateria também era útil para esmurrar autômatos mecânicos. Ele buscou os oponentes mais poderosos, luta após luta, eventualmente perdendo para a marreta de metal de Drago, uma das criações mais letais de Viktor. No momento que seu inimigo ia desferir o golpe fatal, um lamento penetrante estilhaçou o globo que continha o cérebro transplantado do golem. Urrando em ódio com a negação de sua morte, Olaf ficou em pé, pronto para espancar alguém. Ele então deu de cara com o crânio de seu antigo vocalista.

Olaf sobreviveria. E tocaria bateria novamente.

Disseque em pazDisseque em paz

Quando a montanha caiu sobre Mordekaiser, ele entendeu isso como um sinal dos Deuses do Metal que a sua tarefa demoníaca de levar o metal para as massas estava concluída, que ele chegou ao metal máximo. Suas power chords despedaçaram tanto o tecido do mundo que o universo o surrou com uma montanha. Um fim propício para o alto sacerdote do metal.

Mas Mordekaiser sabia que renasceria, surgindo das ruínas fundidas da cordilheira desabada como outrora fora e tornando-se novamente o futuro rei do metal. Porém, com o passar do tempo, sua espera foi transformada em descanso mortal. A montanha arrasadora foi evitada por aqueles que viveram à sua sombra, um pico maligno de black metal e rock amaldiçoado. No cume mais alto, o reluzente punho obsidiano de um machado apareceu por entre as rochas. Lendas cresceram ao redor deste lugar amaldiçoado, lendas contando que aquele que tirasse o machado da montanha seria quem reuniria os arautos para uma nova era do metal.

Quando a montanha finalmente estremeceu e caiu, um deus do rock sem pudor foi revelado. Quando Mordekaiser se levantou para encontrar o gigante que retirou o machado da pedra, ele viu seus companheiros de banda acompanhados de uma valquíria satânica envolta em chamas. Karthus segurou seu machado, suas cordas cortantes tremiam com a expectativa.

“A banda voltou”, disse a Voz Mortal.
Mordekaiser

MordekaiserMordekaiser

“Meu equipamento não só chega até onze. Ele derrete a ***** do onze.”

Quando uma montanha caiu sobre Mordekaiser, ele entendeu isso como um sinal dos Deuses do Metal que a sua tarefa demoníaca de levar o metal para as massas estava concluída, que ele chegou ao metal máximo. Ela sabia que um dia renasceria, mas, com o passar do tempo, a sua espera se tornou seu descanso. A montanha esmagadora era um pico maligno de metal negro e rochas amaldiçoadas. No cume mais alto, o reluzente punho obsidiano de um machado apareceu por entre as rochas. Lendas brotavam ao redor desse local amaldiçoado, lendas que profetizavam que, quem retirasse o machado da montanha, seria o verdadeiro arauto de uma nova era do metal.

Karthus

KarthusKarthus

“Pode vir o que for, eu serei a sua morte.”

Karthus embarcou em uma carreira solo nas Águas de Sentina, ganhando seu cascalho como recitador encapuzado de cantos fúnebres. Isso ocasionou um benefício inesperado à saúde dos nativos das Águas de Sentina, pois as pessoas começaram a se cuidar para não precisar fazer suas famílias passarem por esse suplício. Então, Karthus fez sua carreira em turnê por botecos sujos para cantar em velórios regados à bebida de piratas assassinados, sendo o canto fúnebre muito melhor que as canções dos marinheiros.

Yorick

YorickYorick

“Mais baixo. Aumente o volume do baixo. Aumente a ***** do volume do baixo. Mais. Mais.”

Pensando em tentar algo novo, Yorick escolheu tirar férias no deserto banhado pelo sol de Shurima. A luz do sol era algo novo para ele, algo que ele normalmente evitava por medo das pessoas rechaçarem um rosto que nem mesmo uma mãe amaria. Seu baixo único era a ferramenta perfeita para esmagar a rocha macia de Shurima, mas frequentemente causava o efeito colateral de liquefazer a areia a um grau em que muitos dos trabalhadores escavando tumbas distantes eram enterrados vivos. A muitas dessas almas infelizes, era preferível isso a aguentar outro momento na presença de um homem que podia, literalmente, perfurar rochas.

Sona

SonaSona

“...!”

Sona foi consumida pelo desejo de criar óperas exorbitantes de rock sinfônico e fazer turnê nos maiores templos do mundo (e outros lugares), mas nenhuma acústica era poderosa o suficiente para satisfazer sua necessidade pela maioria dos sons ressoantes cosmicamente. Sona velejou com a tripulação condenada do Banquete da Serpente para uma série de ilhas vulcânicas e começou a esculpir a ilha com brutalidade sônica. Lá ela libertou a música da criação. Suas notas eram tão poderosas que viajaram entre mundos e afundaram continentes inteiros (na verdade, um show marcado em Atlântida precisou ser cancelado).

Olaf

OlafOlaf

“Me consiga um prato chinês, um tom-tom, uma caixa, um pedal duplo e uma campana nova. É, basicamente tudo novo. A antiga bateria quebrou. Pegou fogo. Sim, eu botei fogo nela.”

Depois de sobreviver o que ele acreditava ser sua performance final, Olaf tentou beber até a morte a birita mais letal de Runeterra. Ele acabou nas profundezas de Zaun, bebendo potentes coquetéis do sumidouro, se gabando dos dias gloriosos e desafiando bandidos químicos a enfrentá-lo. Olaf logo se encontrou enredado em clubes de luta clandestinos. Desafiando gigantes movidos a químicos, Olaf descobriu que seu talento natural para esmurrar a bateria também era útil para esmurrar autômatos mecânicos.

Kayle

KayleKayle

“A lava, vertida pelos deuses do metal, flui nas suas veias? Somente então você será digno do meu tempo.”

Uma deusa guerreira dourada de um mundo assolado pelo conflito, Kayle chegou a Runeterra montada em um dragão brilhante. Ela procura por aliados para lutar uma guerra épica contra as hordas diabólicas de sua irmã infiel. O planeta Terra falhou em produzir guerreiros de caráter, então ela viajou para Runeterra em busca de guerreiros de metal. Comunicando-se por grandes óperas de metal sinfônico, o profundo pesar das suas árias penetram nos corações de todos que as ouvem. Literalmente.

2017 Grasp of the Undying

Datas da Turnê

  • Equinócio Vernal / Noxus

    O Salão do Bastião Imortal

    Suporte

    Noxtoraa, Quadra Kill

  • Solstício de Inverno / Stonehenge

    Círculo de Sarsen

    Suporte

    Pavilhão de Tufnel, Rocha Viva, Maldição de Merlin

  • Dia das Neves Rubras / Freljord

    Arena de Howling Abyss

    Suporte

    Bruxa Gélida, Praeglacius

  • Festival de Carnea / Monte Olimpo

    Acrópole de Zeus

    Suporte

    Paraíso e Hades, Titanomaquia, Tragédia Grega

  • Dia da Ruína / Ilhas das Sombras

    Cofres de Arcana

    Suporte

    Moonbane, Rei da Ruína

  • Tormento / Águas de Sentina

    Docas da Matança da Ponte do Carniceiro

    Suporte

    Filha da Morte, Rigor Mortis, Presságio da Morte Caído

  • 14º de Piltember / Zaun

    A Bacia do Sumidouro

    Suporte

    Grito da Destruição, Lua Vil Nascente

  • 2017 / Novo Páramo

    Coliseu de Bandópolis

    Suporte

    Pequenos Pés do Mal

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Grasp of the Undying

Nós pedimos à Pentakill quanto cobrar pelo álbum, mas o único número que eles nos deram foi o da besta, então estamos oferecendo o download grátis de Grasp of the Undying pelo nosso site (também disponível pelas opções de reprodução abaixo).

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Disponível em 04/08/2017:

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